ANO NACIONAL DO LAICATO

14 de maio de 2018 Pascom Santa Mena 0 Comments

ANO DO LAICATO

“Alegres por causa da esperança”

(Rm12,12)

Pois é, as eleições acabaram, e agora?

Escolhemos nossos candidatos, torcemos, lutamos, fizemos campanha e, infelizmente até brigamos com amigos e parentes por conta de divergências nas escolhas.

Primeiro: tivemos conhecimento dos nomes dos candidatos, seus planos de governos, suas intenções, o que fizeram ou deixaram de fazer, qual tipo de contribuição dará, em qual ramo atuará, etc.;

Segundo: escolhemos nossos candidatos de acordo com as nossas ideologias, pela empatia, pela inspiração de uma certa credibilidade que passam, mas também, por algum interesse (infelizmente);

Terceiro: o voto. Que medo de não ter escolhido certo para as condições a que se propuseram atuar, em sendo eleitos;

Agora é a hora de estarmos atentos às ações dos que nós elegemos, verificar, se estão cumprindo com as promessas de campanha, cobrar, para que sejam realizadas, incomodar, pois estamos muito ACOMODADOS, e os políticos também. Sim, é nosso dever, nossa obrigação, estarmos atentos.

Para tanto, é necessário que tenhamos na mente ou mesmo num papelzinho, os nomes dos nossos candidatos, os que foram eleitos e também dos que não votamos, mas que foram eleitos.

Mesmo porque, e aqui coloco que algumas pessoas ainda não têm essa consciência, eles são NOSSOS FUNCIONÁRIOS.

Nosso trabalho e o deles não para nas eleições, e não devemos esperar mais 2 ou 4 anos para começar tudo de novo, ele deve ser constante.

A mídia nos fornece todos os tipos de informações, telefone, e-mail, endereço eletrônico seja no Facebook, seja no WhatsApp, etc., para que possamos ligar, mandar mensagens e também pessoalmente, indo em seu gabinete, estar presente nas audiências, enfim, de alguma forma estar atentos.

Uma coisa temos que ter em mente: nossas atitudes influenciam as atitudes de outras pessoas, seja para o bem ou para o mal. Nós, como cristãos católicos leigos, temos uma missão ainda maior, pois estando engajados, nossas atitudes são mais visíveis, nosso cuidado em falar de política não pode ser constrangedora, porém como nosso Santo Papa Francisco pediu: “não podemos, nem devemos nos esquivar”, mas também como a nossa Santa Igreja nos ensina: nossas escolhas devem ser feitas diante dos ensinamentos da Bíblia, CIC, dogmas, tradição, direito canônico.

Estar na política, não significa fazer politicagem; estar na política significa discutir, com caridade, todos os assuntos que interferem na nossa fé e por consequência na nossa vida social, familiar, de trabalho, na escola, e porque não dizer, na nossa vida de comunidade. Nós fazemos política o tempo todo.

Devemos mostrar aos membros de nossa comunidade e à população em geral, que há muitas maneiras de tomar parte da política: nos Conselhos Paritários de Políticas Públicas, nos movimentos sociais, nos conselhos de escola e também em eventuais coletas de assinaturas, ou seja, Cristãos em Saída.

Portanto, irmãos, sejamos verdadeiramente sal da terra e luz no mundo. Que assim seja, Amém!

MIRIAM MAGALHÃES SILVIRA STUCCHI e CAMILA CRISTINA DE ARRUDA SOUZA – Delegadas do Ano Nacional do Laicato.

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